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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Amor.

Ele era estranho. E foi exatamente o que me cativou. Eu sempre acreditei em amor à primeira vista, mas ele me provou que realmente era possível. Cruzando os olhares e vendo todo o seu futuro com alguém apenas por este simples ato não é algo que acontece todo dia.

 

Nós viramos um. Tão rápido quanto tudo aconteceu, tão rápido quanto poderíamos. Nossas existências estavam entrelaçadas antes mesmo do primeiro beijo. Nossos destinos se emaranharam de uma forma impossível de fugir, não que algum dos dois quisesse. Eu nos via como uma extensão um do outro, como ímãs que se movem naturalmente em conjunto.

 

Cada um faz o necessário para deixar o outro feliz e confortável, e eu acho que o amor é sobre isso. Não é sobre brigar e ver quem está certo ou errado, não é sobre se afastar quando as coisas ficam complicadas. Ele me mostrou que tem um jeito muito mais bonito e gentil de amar. Um jeito único, só dele, que me tira o ar sempre que eu sinto. São as pequenas coisas, os pequenos lembretes, as pequenas ações. Às vezes, mesmo sem nenhum ato, apenas me olhando, ele me mostra o quanto me ama e como faria tudo por mim.

 

Eu jamais poderia pertencer a mais ninguém. Eu não me imagino amando outra pessoa que não seja ele. No meu coração não há espaço para mais nada que não seja a gentil e doce presença do homem que me ama tão intensamente quanto o amo. Em minha mente, ninguém mais se fixava porque era um espaço dele. Tudo era só dele. E vai continuar sendo.

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